terça-feira, 24 de novembro de 2009

A conciliação possível entre cristianismo e evolução


Amanhã faz exatamente 150 anos que A origem das espécies, de Charles Darwin, foi lançado. Esse livro afetou a humanidade como poucas outras obras ao longo da história, e para muitos se tornou sinônimo da incompatibilidade entre ciência e religião. Felizmente, de uns tempos para cá alguns cientistas competentes em seus campos, e que são pessoas religiosas, passaram a construir uma meio-termo, defendendo Darwin dos ataques de fundamentalistas religiosos e defendendo a religião dos ataques de fundamentalistas científicos. Karl Giberson, presidente da Fundação BioLogos, é um desses autores. Cristão evangélico, Ph.D. em Física, professor universitário, Giberson lançou Saving Darwin (HarperOne, 248 p. Meu exemplar foi comprado na Amazon) e veremos que não foi sem razão que o Washington Post considerou a obra como um dos melhores livros de 2008. É com a resenha de Saving Darwin que o Tubo de Ensaio abre a semana dedicada a Charles Darwin e aos 150 anos de seu livro.

Como não podia deixar de ser, Darwin é o personagem principal do capítulo inicial do livro. O Darwin de verdade, e não as lendas criadas em torno dele, seja a história piedosa de uma reconversão no leito de morte e rejeição de sua teoria, seja a do sujeito que tinha como objetivo de vida "matar Deus". O verdadeiro Charles Darwin, a bordo do Beagle, viu que o paradigma que explicava a vida na Terra tinha suas falhas (curiosamente, esse paradigma, o de William Paley, era muito parecido com o Design Inteligente que temos hoje), e trabalhou em cima disso. O resultado todos nós sabemos, mas o que escapa de muita gente é que a teoria da evolução, na verdade, acomoda Deus melhor do que a opção existente até então.

Darwin se incomodava ao ver o que identificava como sinais de crueldade na natureza: gatos que torturavam ratos antes de comê-los, ou vespas cujas larvas eram programadas para se alimentar dos órgãos internos de seu hospedeiro na ordem exata para fazê-lo viver o máximo possível enquanto era devorado. Ele também identificava algumas coisas fora do lugar: na América do Sul, Darwin viu emas e se perguntava qual era o ponto de uma ave que não voava. Se Deus fez tudo isso exatamente desse jeito, além de cruel, Ele seria um mau designer. Agora, se gatos torturadores, vespas e emas eram produto da seleção natural e não da vontade direta divina, Deus podia permanecer como o autor das leis naturais, que de vez em quando resultam em algo sublime, e de vez em quando levam a "falhas de design".

"Ah, mas Darwin não virou agnóstico?" Sim, virou. Mas Giberson mostra que o agnosticismo do naturalista não era consequência nem causa de sua teoria da evolução. Para começar, Darwin tinha sérios problemas com o conceito de inferno – ainda mais porque seu pai morreu sem acreditar em Deus. Admitir que um familiar esteja no castigo eterno é duro para qualquer um, e com Darwin não foi diferente. A reação é bem humana: diante de uma crença incômoda, é mais fácil mudar de crença que mudar de vida. A gota d'água foi a morte de sua filha Annie, aos 11 anos. Era inaceitável para Darwin que o Deus bíblico, que não deixava um pardal cair do céu sem Sua permissão, deixasse a menina morrer. E a fé do naturalista se foi junto com Annie.

No capítulo seguinte, vemos a repercussão das ideias de Darwin nos meios religiosos. Uma repercussão quase nula, aliás: as pessoas mais religiosas da virada do século 19 para o século 20 não estavam muito alarmadas com A origem das espécies. O perigo vinha da Vida de Jesus escrita por David Strauss em 1835. Milagres, a veracidade da Bíblia e a própria existência de Jesus foram questionados, numa prévia do que fariam no século 20 em nome do "Jesus histórico". Foi para reagir a Strauss que protestantes norte-americanos lançaram o movimento fundamentalista, assim chamado por causa de The fundamentals, uma coleção abrangente de coisas que os cristãos deviam aceitar para serem bons fiéis. Darwin passou por esse teste. Havia poucas críticas ao evolucionismo em The fundamentals, mas nem sinal de criacionismo de Terra jovem – que em 1909 era defendido apenas por uma pequena seita, os adventistas do sétimo dia, e isso por causa não da Bíblia propriamente dita, mas de visões da fundadora do grupo.

No livro, Giberson descreve como a oposição a Darwin ganhou corpo, começando com o famoso processo Scopes (ou "processo do macaco"), que foi narrado por um jornalista narcisista e preconceituoso, e virou peça de teatro e filme. Vemos todas as tentativas legais de bloquear o ensino da evolução e, depois, garantir tempo igual em sala de aula ao criacionismo ou ao Design Inteligente. Descobrimos como o criacionismo da Terra jovem, que estava confinado aos círculos adventistas no início do século 20, se tornou a crença padrão dos fundamentalistas atuais a partir da década de 60, graças a Henry Morris e John Whitcomb: eles deram roupagem mais científica a uma quase desconhecida obra antievolução dos anos 20 e o resultado, The Genesis flood, disparou uma onda de literalismo bíblico nos Estados Unidos. É curioso notar que a contestação a Darwin não usou a Biologia, e sim a Geologia. Outra observação interessante de Giberson: pelos próprios critérios, Morris e Whitcomb falharam, pois pretendiam que sua ciência da criação fosse levada a sério pela comunidade científica, o que não aconteceu. Mesmo assim, o criacionismo decolou. O Design Inteligente, que Giberson classifica como uma espécie de reciclagem do criacionismo, ganhou um capítulo em que o autor comenta: como cristão, ele até gostaria que o DI fosse verdade – quem não gostaria? Um Deus designer, que cria maravilhas biológicas... mas logo a seguir Giberson expõe os buracos científicos e teológicos do DI, com direito ao retorno do "Deus cruel", que desenhou o engenhoso e aterrorizante sistema de alimentação das larvas das vespas icneumônides...

Para mim, existem dois capítulos que constituem pontos-chave do livro. Um deles é o terceiro. Nele vejo uma explicação para grande parte da rejeição atual ao evolucionismo ao descrever os "dark companions" de Darwin, que todo criacionista adora lembrar. "A eugenia e o nazismo se basearam em Darwin", dizem. Giberson enumera os expoentes daquilo que se convencionou chamar de "darwinismo social": desde Francis Galton, primo de Darwin, que sugeriu às famílias "boas" que tivessem mais filhos, até os nazistas, inspirados por Ernst Haeckel (que era contemporâneo de Darwin, e não de Hitler), com a Solução Final e a eliminação dos inaptos. No meio disso, esterilizações forçadas nos Estados Unidos e outras crueldades. Mas, enquanto a eugenia já existia muito antes de Darwin, Giberson aponta outro aspecto fundamental: a teoria da evolução é descritiva, não propositiva; ela diz o que acontece na natureza, e não o que deveria acontecer – e muito menos o que o homem ou a sociedade deveriam fazer. Em A origem das espécies não há juízo de valor, ao contrário do "darwinismo social", que pode ser social, mas não é darwinismo. O problema é que, depois de tanta propaganda criacionista associando Darwin a Hitler, explicar que focinho de porco não é tomada ficou quase impossível. E aí, sejamos honestos, quem quer aderir a uma teoria que serviu de base para tanta atrocidade?

O outro capítulo que compõe a essência do livro é o sétimo. Nele, Giberson descreve como a disputa sobre a teoria da evolução já deixou, há muito tempo, de ser uma controvérsia científica, na qual o importante é descobrir a verdade sobre a natureza, para se tornar uma guerra cultural, na qual a realidade pouco importa e o objetivo é apenas desmoralizar ou esmagar o adversário. Isso aconteceu justamente quando começaram a colocar Deus no meio da discussão: no cenário evolucionista, há espaço para Ele? E, se existe, qual é esse papel? Não ajudou muito o fato de a associação norte-americana de professores de Biologia ter definido evolução como um processo "impessoal, imprevisível e não-supervisionado", extrapolando um pouco o que os cientistas sabem sobre o assunto. Como é possível afirmar taxativamente que não existe um propósito ou um direcionamento no processo? O resultado é que o evolucionismo se tornou praticamente uma religião em si, que cresce à medida que seus "sacerdotes" massacram as outras religiões. Para eles, a evolução explica tudo (leia-se "tudo mesmo"): a moralidade, o altruísmo, até mesmo a religiosidade, o estupro e o infanticídio. Para um outro grupo, Darwin causou a Primeira Guerra Mundial, a depressão da década de 30, a eugenia nazista. Dawkins e companhia dizem que Darwin tornou Deus inútil; criacionistas alegam que Darwin trabalhava para o diabo. Não surpreende que o combate seja sangrento, e que o cerne da questão (afinal, Darwin tinha razão em sua teoria biológica?) tenha ficado de lado. É algo que qualquer blogueiro experimenta quando seus leitores passam a se agredir na caixa de comentários por todo tipo de assunto, menos o conteúdo que o blogueiro tinha escrito.

Após uma pequena introdução sobre como a evolução levou Karl Popper a abrir uma exceção na sua descrição de "teoria científica" como algo necessariamente falseável, Giberson dedica o capítulo 8 a uma explicação altamente convincente das cinco grandes evidências a favor de Darwin: o registro fóssil (Giberson não falou de Nicolau Steno, mas permitam-me recordar a importância desse bem-aventurado católico nesse ponto), a Biogeografia, a Anatomia comparada, as semelhanças no desenvolvimento das espécies, e Bioquímica/Fisiologia comparadas. Até aí, o leitor se pergunta: a leitura está muito boa, mas e a promessa do subtítulo? Até agora, o autor não explicou "como ser cristão e acreditar na evolução". Isso fica para a conclusão do livro, Pilgrim's Progress (o nome é inspirado na obra religiosa homônima do século 17, de John Bunyan). Deus, diz Giberson, é o autor da natureza, mas não cuida dos detalhes. Gatos cruéis e a morte terrível dos hospedeiros de larvas não levam o dedo divino. E, talvez até mais importante, o homem não é um "acidente" da evolução. Há propósito e significado no processo, que Giberson descreve como "expressão da criatividade divina, embora em um modo que não possa ser capturado pela visão científica do mundo". Que apenas dois tipos de objetos físicos (quarks e léptons) e quatro forças (gravitacional, eletromagnética, nuclear forte e nuclear fraca) tenham dado origem a tudo é um testemunho dessa criatividade.

É uma pena que Saving Darwin ainda não tenha uma tradução para o português. A guerra cultural em torno do evolucionismo está chegando ao Brasil, mobilizando defensores e detratores da teoria. Eu particularmente discordo de algumas elocubrações teológicas de Giberson no livro (o que provavelmente se deve ao fato de eu ser católico e ele, protestante), mas o valor dessa obra como construtora de uma ponte sólida entre fé cristã e adesão ao evolucionismo é inegável.


Cientistas criticam proposta de "2012" e indicam cenários de fim do mundo


DENNIS OVERBYE
do New York Times

A Nasa (agência espacial norte-americana) criticou a Sony em outubro por sugerir, em sua campanha publicitária para o filme "2012", que o mundo acabaria em 2012.

No ano passado, o Cern (Centro Europeu de Pesquisas Nucleares), também assegurou que o mundo não acabaria tão cedo --portanto, acho que tudo isso é uma boa notícia para quem fica nervoso facilmente. Com que frequência vemos duas instituições científicas top de linha como essas nos garantindo que está tudo bem?

Por outro lado, é meio triste, se você estava ansioso por tirar umas férias das prestações do imóvel para financiar uma última festança.

As declarações do Cern tiveram a intenção de aliviar temores de que um buraco negro sairia de seu novo Grande Colisor de Hádrons (LHC) e engoliria a Terra.

O pronunciamento da Nasa, na forma de vários posts em sites e um vídeo postado no YouTube, foi uma resposta a temores de que o mundo fosse acabar no dia 21 de dezembro de 2012, quando um ciclo de 5.125 anos conhecido como Grande Contagem no calendário maia teoricamente chegaria a um fim.

Filme

O burburinho em torno do fim dos dias atingiu o auge com o lançamento do filme "2012", dirigido por Roland Emmerich, que já trouxe desgraças fictícias para a Terra anteriormente, com alienígenas e geleiras, em "Independence Day" e "O Dia Depois de Amanhã".

No filme, o alinhamento entre o Sol e o centro da galáxia, no dia 21 de dezembro de 2012, faz com que o astro fique ensandecido e lance na superfície da Terra inúmeras partículas subatômicas ambíguas conhecidas como neutrinos.

De alguma forma, os neutrinos se transformam em outras partículas e aquecem o centro da Terra. A crosta terrestre perde suas amarras e começa a se enfraquecer e deslizar por aí.

Los Angeles cai no oceano; Yellowstone explode, causando uma chuva de cinzas no continente. Ondas gigantes varrem o Himalaia, onde governos do planeta tinham construído em segredo uma frota de arcas, nas quais 400 mil pessoas selecionadas poderiam se abrigar das águas.

Porém, essa é apenas uma versão do apocalipse. Em outras variações, um planeta chamado Nibiru colide com o nosso ou o campo magnético da Terra enlouquece.

Existem centenas de livros dedicados a 2012, e milhões de sites, dependendo de que combinação de "2012" e "fim do mundo" você digite no Google.

"Tolices"

Segundo astrônomos, tudo isso é besteira.

"Grande parte do que se alega que irá ocorrer em 2012 está baseada em desejos, grandes tolices pseudocientíficas, ignorância de astronomia e um alto nível de paranoia", afirmou Ed Krupp, diretor do Griffith Observatory, em Los Angeles, e especialista em astronomia antiga, em um artigo publicado na edição de novembro da revista "Sky & Telescope".

Pessoalmente, adoro histórias sobre o fim do mundo desde que comecei a consumir ficção científica, quando era uma criança sem afeto. Fazer o público se borrar nas calças é o grande lance, desde que Orson Welles transmitiu a "Guerra dos Mundos", uma notícia falsa sobre uma invasão de marcianos em Nova Jersey, em 1938.

No entanto, essa tendência tem ido longe demais, disse David Morrison, astrônomo do Ames Research Center da NASA, em Moffett Field, Califórnia. Ele é autor do vídeo no YouTube refutando a catástrofe e um dos principais pontos de contato da agência sobre a questão das profecias maias prevendo o fim dos dias.

"Fico com raiva de ver como as pessoas estão sendo manipuladas e aterrorizadas para alguém ganhar dinheiro", disse Morrison. "Não há direito ético que permita assustar crianças para ganhar dinheiro".

Desesperados

Morrison afirmou receber cerca de 20 cartas e mensagens de e-mail por dia de pessoas até da Índia, assustadas até o último fio de cabelo. Em uma mensagem de e-mail, ele anexou exemplos que incluíam uma mulher perguntando se deveria se suicidar, matar sua filha e seu bebê ainda no útero. Outra mensagem veio de uma pessoa questionando se deveria sacrificar seu cachorro, a fim de evitar o sofrimento de 2012.

Tudo isso me fez lembrar os tipos de cartas que recebi no ano passado sobre o suposto buraco negro do Cern. Isso também era mais ficção científica do que fato científico, mas aparentemente não há nada melhor que a morte para nos aproximar de domínios abstratos como física e astronomia. Nessas situações, quando a Terra ou o Universo não estão nem aí para você e seus entes queridos, o cósmico realmente se torna algo pessoal.

Morrison disse não culpar o filme por todo o burburinho, não tanto quanto os vários outros divulgadores das previsões maias e a aparente incapacidade de algumas pessoas (e isso se reflete em vários aspectos da nossa vida nacional) de distinguir a realidade da ficção. Porém, ele disse, "meu doutorado foi em astronomia, não em psicologia".

Em mensagens de e-mail, Krupp disse: "Sempre estamos incertos em relação ao futuro, e sempre consumimos representações dele. Somos seduzidos pelo romantismo do passado longínquo e pela escala exótica do cosmo. Quando tudo isso se junta, ficamos hipnotizados".

O porta-voz da Nasa, Dwayne Brown, afirmou que a agência não faz comentários sobre filmes, deixando essa tarefa para os críticos de cinema. No entanto, quando se trata de ciência, disse Brown, "achamos que seria prudente oferecer um recurso".

Aquecimento global

Se você quer ter algo para se preocupar, afirma a maioria dos cientistas, deve refletir sobre as mudanças climáticas globais, asteróides ou guerra nuclear. Porém, se a especulação sobre as antigas profecias mexem com você, aqui estão algumas coisas, segundo Morrison e outros, que você deve saber.

Para começar, os astrônomos concordam que não há nada especial em relação ao alinhamento do Sol e do centro galáctico. Isso ocorre todo mês de dezembro, sem nenhuma consequência física além do consumo exagerado de panetones. De qualquer forma, o Sol e o centro galáctico não vão exatamente coincidir, nem mesmo em 2012.

Se houvesse outro planeta lá fora vindo em nossa direção, todo mundo já teria percebido. Quanto às violentas tempestades solares, o próximo auge do ciclo das manchas solares só ocorrerá em 2013, e será no nível mais suave, afirmam astrônomos.

O apocalipse geológico é uma aposta melhor. Já houve grandes terremotos na Califórnia, e provavelmente haverá outros. Esses tremores poderiam destruir Los Angeles, como mostrou o filme, e Yellowstone poderia entrar em erupção novamente com uma força cataclísmica, mais cedo ou mais tarde.

Nós e nossas obras somos, de fato, apenas passageiros frágeis e temporários na Terra. Porém, neste caso, "mais cedo ou mais tarde" significa centenas de milhões de anos --e haveria bastante aviso quando chegasse a hora.

Os maias, que eram astrônomos e cronometristas bons o suficiente para prever a posição de Vênus 500 anos no futuro, merecem coisa melhor.

O tempo maia era cíclico; especialistas como Krupp e Anthony Aveni, astrônomo e antropólogo da Colgate University, afirmam não haver evidências de que os maias achassem que algo especial ocorreria quando o marcador da Grande Contagem atingisse 2012. Existem referências em inscrições maias a datas antes e depois da atual Grande Contagem, afirmam os especialistas.

Sendo assim, continue pagando suas prestações normalmente.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Schutz e Eu



Sim, hoje é um dia memorável. Embalada pela escrita que te transporta a toda uma estória pertubadora de Kay Redfield Jmison, em Uma Mente Inquieta, posso dizer que escrever, não apenas de forma sarcástica é a melhor forma de suportar o mundo.

Nos ensaios consumistas, de uma mente e uma conta inquieta, adquiro meu primeiro sapato caro, realmente caro para qualquer pessoa que compra calças jeans de 45,oo reais, mas esse não é o primeiro sapato de mulher propriamente dito, mas tem se consolidado como a escolha mais madura que tenho tomado dos meu últimos meses.

Nesse transporte sem loqüência, qualquer respingo de normalidade é digno de ser comemorado, por uma mulher quase balsaquiana.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Inspirador

Sem comentários!!!!!!

sábado, 26 de setembro de 2009

Reach to the top

Thinkingggg http://www.ihispano.com/sites/ihispano.com/video.php

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Eu fiz ISO eu não fiz ISO

SÉRIE ISO, um pavor tanto quanto seguir os padrões da ABNT, mas não é que a bichinha te ajuda quando vc tem uma auditoria, ou melhor, um auditor MALA sem alça...........ok, eu tb poderia ser uma auditoria, mas certamente não colocaria pavor no auditado, ou não faria um quiz show da auditoria, anyway, o que o meio ambiente tem a ver com o sistema. Sem falar especificamente da 14001, o PDCA de alguma forma faz toda empresa se adequar, mas lá vem o auditor de novo, não contente de ver o Plan Do Check Action, quer mesmo é pegar furo e não ver o sistemarodar...........ahhhhhhhhh, vou continuar com meu Hung Up que eu ganho mais......

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Again


De volta......quem sabe alguém leia isso. Retorno ouvindo Girls Just Wanna Have Fun (adivinhem de quem).

Na verdade nem sei o motivo de escrever novamente. É só porque o tal do Mark Zuckerberg deu ouvido a alguns blogueiros e achei que isso dava futuro.........Como diz minha amiga Cindy just wanna have fun.